10 de agosto de 2008

Quando nascemos


Nunca tive muitas conversas sobre política com a minha saudosa mãe, preferia o mimo e as delongas sobre os afectos e vivências, mas tenho para mim – como a melhor – uma resposta que ela um dia me deu sobre a questão da legitimidade de estar ante este regime. Como posso dizê-lo... . Será que eu devia ter vergonha de pensar diferente dos outros "meninos"? Será que nós já vimos ao mundo "Republicanos"? Afinal, este é o Estado-fruto da evolução natural das pessoas e dos povos? É pela acção da "República" que atingimos a amplia satisfação da felicidade comum? A resposta, simples e calma, foi redentora: 
– Quando nascemos, nascemos puros. Normais.