22 de novembro de 2008

Tempo de promessas


Vivemos um tempo de promessas. Em qualquer recanto o político-profeta, sem escrúpulos, que navega ao sabor das contingências, promete o futuro dos outros em prol do seu próprio, da sua seita, do seu grupo. Ao prometer-se o futuro esmagou-se o presente, comprometeu-se um futuro, calou-se o passado. Criou-se o crime de opinião, do pensamento autónomo-criativo. Pior, criou-se a vontade de não lutar! Para quê? A felicidade que nos prometem, em bandeja, já traz a liberdade, a igualdade material e a fraternidade.