14 de janeiro de 2009

Maria Amélia Camossa Saldanha Amorim de Carvalho, 14 de janeiro de 1929

Se a minha mãe fosse viva faria hoje 80 anos. Hoje, querida mãe, li muitas das poesias que escreveste – ainda estou a ler e a escrever de cor uma estrofe que reti na infância em que fiquei.
Amo-te.

(...)
Quando a minha alma chora!...
Quando a angústia me devora!...
E eu começo a soluçar!...
Minhas lágrimas, são mais versos!
Que escrevo em temas diversos!
Versos... que eu faço a chorar!...


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