7 de fevereiro de 2009

Para lá das 10 semanas


Será que os seres humanos que apoiaram perentóriamente o "aborto politicamente assistido" sofrem do complexo de se sentirem eles próprios uns abortos sobrevividos?

E se uma mulher pode abortar livremente um feto, numa clínica, porque é que não pode abortar um "trabalhador", na sua empresa? Porque o "trabalhador" tem mais de 3 meses? Ou porque o "trabalhador" tem direitos? É a lei?

O que dizem os mesmos seres humanos da "interrupção voluntária do trabalho"? A lei-mãe do trabalho deve ter um cordão umbilical mais "sensível" que o cordão da vida!

1 comentário:

Nuno Castelo-Branco disse...

que pena não existir o aborto retroactivo... ficávamos livres de muitos trastes.