2 de março de 2009

70 palmos abaixo de terra


Podem dizer o que quiserem, podem confluir a toda a voz, Eu, não presto homenagens a quem matou ou mandou matar Compatriotas e familiares meus. Independentemente do eixo da razão em que a história nos projecta a tensão dos factos, cada Pátria chora os seus seus. Ouvir os nossos políticos, com verdadeiras responsabilidades durante o período da descolonização, a derramar vassalagem a um ex-guerrilheiro Guineense mais do que apoiarem ou acudirem aos nossos ex-Combatentes da Guiné, e demais Ultramar, é sintoma do abastardamento e alienação a que hoje está votado Portugal.