11 de março de 2009

Negócios, negócios


E por aqui passeia o "presidente" angolano. Passeia à frente seguido pelo nosso presidente da república e de dezenas de serventes e necessitados-oportunistas enquanto a marcha é pautada pelo tom de elogios de um só sentido. E que bem que ficou com o decor de lustres, candelabros e mantos Reais do palácio de Belém. Angola é grande, diz o homem que manda no território. Portugal é pequeno, reconhece na sua prostração de mão estendida, o homem que supervisiona este antigo país. Pena que o nosso supervisionador não entenda que o Angolano nada dá senão em percentagem. Ele quer a sua. E têm-na. No petróleo, nos diamantes, no regime, nos genocídios, na tortura, na ditadura, no abandono de um povo, nos negócios opacos. É um "bom homem" em esforço, reconhecido na nossa Assembleia, para consolidar a sua "democracia". E melhor homem será se nos consolidar na sua economia.

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