3 de abril de 2009

Portugal


Recolhi esta fotografia dos blogges "Combustões" e "Estado Sentido". Tudo o que me emocionou está lá. Se hoje eu constato o Miguel e o Nuno como dois emergentes intelectuais nada posso supor, pelas palavras descritas nos posts, do amigo e guardião Bernardo (o mais velho, na foto). Mas uma coisa eu sei. O meu Portugal é o sentimento exposto e vivido nesta imagem. Portugal de partilha de comunhão. Se para muitos a "descolonização" foi a festa da "liberdade dos povos", que se tinha de fazer a contra-relógio e ao sabor do expelir caseiro, para mim é óbvio, há muitos anos, que o complexo da "colonização" foi um argumento erguido pela seita descolonizadora para se arrastarem em "projectos" pessoais à custa da dita "independência". Grande parte da seita, em África, acabou por abrir com as próprias mãos mais valas comuns do que os tombados na guerra. Por cá a "pia de Pilatos" ficou sem água há muitos anos mas muitas mãos ficaram por lavar. Perguntem ao Bernardo. Procurem o Bernardo.

1 comentário:

Nuno Castelo-Branco disse...

Coitado do Bernardo, o que lhe terá acontecido? Mas o João tem razão, pois esta foto é um tremendo bofetão em certas carinhas que andaram anos a dizer asneiras e a fazer-nos passar por coisas que nunca fomos. Aí está a verdade (tenho outras. fotos do mesmo género).


* Estou muito longe de ser um intelectual, João. Longíssimo.