2 de maio de 2009

Regimes humanos


Mário Soares, em viagem pelas antigas colónias, declarou o mal do fascismo, evocando a "desumanidade dos regimes fascistas". A ladainha do anti-fascismo é uma pílula de incremento de credibilidades, principalmente daqueles que não a têm. Muito menos coerência. Disse o sr. Soares que O Tarrafal – a  prova – foi pensado "para levar os antifascistas, republicanos (?) e anarquistas contestatários do regime e deixá-los ali morrer". Apoiaria agora, o sr Soares, os novos anarquistas contestatários? Ou só é bom contestatário quem for anti-fascista? E dos outros regimes desumanos porque não falou? Ou será que são mais "humanos" por se aproximarem da "humanidade" do sr. Soares?

2 comentários:

Nuno Castelo-Branco disse...

Viu-se ontem, o tipo de ralé a quem o dr. Soares faz fosquinhas no inhófe*






inhófe: cú, na linguagem "lá da terra".

João Amorim disse...

O estado prepara-se para dar, este ano, mais 350 subsidios a anti-fascistas portugueses, na ordem das centenas de euros mês. Vale a pena alinhar na ladainha...