4 de junho de 2009

Dêm-lhes as pás


Nunca fomos capazes de afrontar os arrufos da nossa história recente, da dita história pós-ultramar. A República Portuguesa é, um pais onde a vergonha não tem cara nem olhos, nem boca para falar, chorar, contar – pelo menos – o número dos filhos mortos. E "Portugal" finge. Um dos maiores coveiros da Guiné morreu no nosso chão, aqui o "albergaram" (porque favores?); no mesmo chão que viu nascer aqueles que ele mandou perseguir e matar. 
Dêem as pás aos que hoje se passeiam na "exemplar" descolonização, aos que permitiram o "visto". Eles que o enterrem.

– Presto Homenagem aos Portugueses, comandos "Os diabólicos", que lutaram na Guiné.