18 de junho de 2009

E se no resto fosse assim?


Um problema de dentes fez cair um negócio. Um jovem não passou no exame médico e não pode assumir funções no novo clube. Se existisse um exame obrigatório para os candidatos  a cargos políticos o rastreio podia estar do lado dos cidadãos. Enquanto no futebol todo o físico, dentadura incluída, importa (deve ser para a fotografia após "golo") na política a coisa teria de pender para o exame neuro-ético-moral. Lá se iam as eminências...

Sem comentários: