28 de agosto de 2009

Saraamargo


"Deus, o demónio, o bem, o mal, tudo isso está na nossa cabeça, não no céu ou no inferno, que também inventámos. Não nos damos conta que, ao termos inventado Deus, nos tornámos imediatamente escravos dele", diz Saramago ao jornal espanhol La Vanguardia. E prossegue afirmando que este livro "não é um ajuste de contas com Deus, mas um ajuste de contas definitivo com os homens que o inventaram".

Depois de ter escrito no DN um texto a roçar o situacionismo bacoco, o "nobel" emigrante prepara-se para aumentar o pecúnio através da impressão de mais tinta sobre papel. Este povo, que não lê mas compra livros às toneladas para oferecer, deve estar ansioso! Os briefings são elucidativos. O marketing racionalista faz escola na cultura igualitária. Uma pitada de desdém fica sempre bem para a plateia dos cientificistas. Qualquer um ajusta as suas contas da maneira que pode, sabe e consegue. Ajustes de contas definitivos é coisa que parece não faltar na nossa sociedade, desde facadas, balas, pancada.... parece. Porque quer, pela forma de "romance", ajustar contas com a "invenção" Divina? De quem se pretende libertar, o camarada? ... o "rumo da idade" prossegue sem invenções e não deverá trazer novidades para o camarada...

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