23 de dezembro de 2009

Escrito numa oferta neste Natal


Querida filha Joana
Não me chames pai natal, chama-me pai.
Deves estar surpreendida com esta oferta, nesta altura. Não percebo a razão de se dar prendas no Natal. O Natal devia ser a única prenda que se devia dar e aceitar mas para isso deviamos ter a Fé – desse amor. Um amor que desde cedo eu senti a falar em orações enquanto olhava o presépio onde dormia um menino muito mais desprotegido do que eu. O mesmo menino que agora me protege.
Aceita esta oferta não como uma prenda mas como um prémio bem merecido. Afinal, não são todos os pais que se podem orgulhar de ter uma filha que faz com que muito do amor do Natal seja uma presença, todos os dias.


Sem comentários: