26 de fevereiro de 2010

Como aguardo

A principal causa de morte na Europa:


A cada 26 segundos uma mulher faz um aborto na União Europeia.
Parabéns ao socialismo.

25 de fevereiro de 2010

"Pandora"


21 de Agosto de 1974 – Documento do departamento de Estado norte-americano sobre a descolonização de Moçambique, classificado como “Secreto”.
Nele se dá conta da opinião de Mário Soares, favorável à entrega imediata da colónia à Frelimo. Sem dar qualquer relevância à possível falta de representatividade do movimento marxista moçambicano.

Este primeiro documento cita a opinião do então ministro dos Negócios Estrangeiros, Mário Soares, sobre a descolonização de Moçambique: “A transferência imediata do poder para a Frelimo é a única saída para Portugal, independentemente de a Frelimo ser ou não realmente representativa da maioria da população”. Esta verdadeira entrega sem discussões do país à Frente de Libertação de Moçambique justificava-se, segundo o ex-Presidente da República, como a única forma de terminar definitivamente com a guerra.

De acordo com os norte-americanos, Soares entendia que se Portugal não fizesse esta outorga do poder “as tropas portuguesas iriam recusar-se a combater, o que resultaria num Moçambique independente governado pela Frelimo mas hostil a Portugal”. Ao transferir o poder para os homens de Samora Machel, Mário Soares explicava desta forma “ Portugal manterá a capacidade de exercer influência sobre o Governo de Moçambique”.

O documento confidencial, intitulado “A escolha como Soares a vê”, explica mais adiante que o ministro dos Negócios Estrangeiros do I Governo Provisório acreditava que se Portugal aceitasse incondicionalmente “a Frelimo como condutora do processo de independência, Moçambique irá manter no futuro ligações linguísticas, culturais e económicas com Portugal e desejará manter permanentemente a presença portuguesa no território”.

Vasco Rato e Paulo Pinto Mascarenhas In Jornal “O Independente”, 24 de Outubro, 1997

O meu "Avatar"



Quando a realidade se eleva mais que a ficção. Quando os heróis que nos forçam a mirar são bonecos sem veias, inanimados, artificializados em prol de óscares, convém nunca esquecer os Heróis que lutaram em florestas mais densas que "Pandora", sem medo de perder a vida porque a vida porque lutavam era a "eywa"-Portugal.

* na foto: "o Fantasma da Floresta" – Daniel Roxo.
Mogadouro 1933 - Angola 1975

Da verdade da notícia

Os "meios" justificam os fins! A internet, a on-linecização do indivíduo, a televisão, tudo são meios que privilegiam a distância – pretendida. No meio de tanta "virtude" e de tanta "felicidade" – à mão – a veracidade da informação está em causa. Como podemos acreditar? Podemos acreditar nas intenções, propositadas ou espontâneas, dos veredictos noticiosos e opinativos? Ou devemos acreditar em tudo o que se move em RGB? Será que acreditar no que é noticiado é o único meio para a satisfação da nossa sobrevivência emocional? As únicas verdades em que acredito estão fora das máquinas. Talvez por isso nada me frustra no limbo dos media.

24 de fevereiro de 2010

Este "tempo"

Este "tempo" está chuvoso, permanentemente chuvoso. É uma água que não rega não frutifica. Entope. Estamos no centro de uma depressão cavada. Neste regime que nos encova.

Portugal


O meu Portugal é o altruísmo. O meu Portugal é a memória-presente que desagua distante sem se perder numa permanente e reciproca corrente. O meu Portugal vive na emoção e na voz de um dos seus aristocratas. O Miguel Castelo Branco.

22 de fevereiro de 2010

Alertas


O alheamento a que votamos o meio que nos envolve acaba por nos ensombrar das grandes evidências. Tivesse o homem olhado, um pouco, para o céu, para o mar, para as linhas de água que descem da maior à mais pequena encosta e muitas das tragédias provocadas pelas intempéries não passariam do permanente fluir da natureza. Eu sei a razão dos "alertas-amarelos"! Não são grassos tiques tecnológicos, são a razão do nosso afastamento e desinteresse pelo chão-terra que nos ergue e nos tomba. Os homens modernos não vacilam, tudo ocupam com o beneplácito das leis – única e exclusivamente preocupadas em taxar.

O horror com que vejo o que está a acontecer na Madeira faz-me olhar para as vítimas não como meras vítimas do tempo mas destes tempos de incúrias e alheamento.

20 de fevereiro de 2010

Alerta

Nasci numa cidade mas considero-me um homem do campo. Cresci num tempo repartido entre a casa do Porto e uma quinta em Vale de Cambra. Cresci a amar a terra, a subir a muros, árvores, a correr por entre o milho, a ouvir a água das represas, a aprender os ritmos do cultivo. A sentir o tempo. Nunca, até há uns poucos de anos, me tinha deparado com o surto alarmista das metereologias. O tempo entrou em estado de alerta permanente. E às cores. Hoje estamos em alerta amarelo e ainda nem uma pinga de chuva caiu. Vou esperar, pode ser que mais para a noite a previsão satisfaça os egos pró-tecnológicos.
Que pena não criarem um sistema de alerta para a realidade política. Eu sei que estaríamos sempre em alerta cor de trampa mas pelo menos tinhamos técnicos que nos avisariam disso todos os dias....

18 de fevereiro de 2010

11 de fevereiro de 2010

Máfias


Sim. As "máfias" instalaram-se em Portugal com o consentimento das leis da CEE, os delinquentes grassam e circulam impunemente mas o que me preocupa deveras são os mafiosos que nos roubam perfidamente e descaradamente com o falso aval dos nossos votos e da nossa incongruência.

10 de fevereiro de 2010

Aquela "máquina"

A "máquina" republicana é um postal. A maquineta começou a ser construída nas últimas décadas de 1800, foi pré-montada em 1908, foi inaugurada em 1910, foi sendo oleada até 1926, depois entrou em rodagem até 1974 e daí até hoje, apesar de nunca ter ido à revisão, não faltam artistas para a fazerem andar. Por incrível que pareça as peças são as mesmas, as porcas também. É pena ter lugares limitados e ser muito difícil embarcar na história. O consumo é que é um problema; gasta que se farta e polui demais. Mas é vê-la! Leva tudo à frente, talvez por isso não tenha espelhos retrovisores, desce, desce, sem medo dos precipícios. Saiam da frente! Lá dentro todos sorriem, os janotas, da vida garantida. O povo, esse, que inconsciente: não é que se juntam em lugares perigosos, prontos a levar com um rodado nos miolos... ide ver ao longe, não estorvem, não ponham em causa a marcha da "máquina"!.. Não se ponham à frente da "máquina".

6 de fevereiro de 2010

Censuras


A censura por decreto ou ingerência – a que limita e restringe – é o argumento dos fracos, dos rasteiros e o porte falso do poder. A censura que aponta e se esgrime na palavra e no sentimento – a que discute e acolhe – é o path da introspecção e da experiência.

5 de fevereiro de 2010

Muito. Pouco


Em Portugal ouve-se muito, pergunta-se muito, não se critica o fulcral, aceita-se como verdade tudo o que aparece a tenir num televisor, pensa-se pouco e pouco se sente. Seria impossível aceitarmos os desígnios da incompetência, seria impossível aceitarmos o roubo à vista, seria impossível aceitarmos a ingerência e a hipocrisia dos políticos que se habilitam às eleições se estivessemos intactos na nossa liberdade e moral. Cedo perceberemos que a sobrevivência individual não assenta no deixa-andar, na cunha e no partidarismo oportunista! A "teia" está a ruir e as moscas cairão agarradas a ela.

3 de fevereiro de 2010

Conselho Nacional de Cultura


Conselho Nacional de Cultura? Então porque não o Conselho Nacional da Saúde e Bem-Estar, Conselho Nacional da Economia, Conselho Nacional de Lazer, Conselho Nacional da Juventude Moderna, Conselho Nacional de Eventos e Festas Populares, Conselho Nacional de Actividades Piscatórias, Conselho Nacional da Política de Futuro, Conselho Nacional de Gastrónomos e Cozinheiros, Conselho Nacional de Comunicadores Sociais, Conselho Nacional de Desporto, Conselho Nacional de Patos Bravos, Conselho Nacional de Mestres, de letra, Conselho Nacional da Ética (Repúblicana), Conselho Nacional da Restauração (de garfo e faca), Conselho Nacional de Visionários, Conselho Nacional do Turismo Médio-aLTO ou Conselho Nacional da Liberdade... não faltam neste país curriculuns para preencher missões nacionais...
Conselho de Cultura? Dez "personalidades"? Identificadas com que critério (pessoal)? Porque não 100? Parece mas não serão parte de um orgão-conselheiro para achegas lúcidas! São consultores da mesma "causa" e desculpa esfarrapada. Serão o amplificador do som mínimo, da mínima ideia, o aval de prosas privadas, adivinhadas e alinhadas.

o Comunismo nas Repúblicas

Um museu virtual sem virtualidades e demagogias. Obrigatório para comunistas, extremistas e jacobinos republicanos, em especial a franja portuguesa que se diz de "esquerda".

Apontem à República


Um dos mitos do Salazarismo, essa mórbida república, caiu por terra: a fome, o desemprego, os baixos salários, não são apanágios da ditadura. Só um lorpa é que engole o xarope amargo da desculpabilização socialista. Os milhões de "homens livres" que se encontram imigrados podem apontar o dedo à democracia, à nossa, podem apontar o dedo aos "heróis" marxistas e socialistas, podem apontar o dedo a esta República completamente comprometida, partidarizada e corrupta, podem apontar o gatilho aos hipócritas, que vivem do rapar-o-tacho, porque a mentira é apontada para nós.


1 de fevereiro de 2010

31 de... insolvência

Ala para casa, bimbos! Não se comemoram os assassinatos politicos que advieram sucessivos à tosca republicanice instituída porque imposta como boa, sendo o que foi e ainda é: desastrosa, basta olhar para os jornais todos os dias e no como não dá em nada esses crimes político-económicos, uns após outros. Se quiserem comemorar a bancarrota da I República em ano de mais que certa bancarrota, tudo bem, façam favor, comemorem. Registamos a ironia de a República se comemorar em ano de Bancarrota, 2010. Sim, porque isto, desde há cem anos, tem sido um só rapar para «socialistas, laicos e republicanos», desastre ao descolonizar, avidez por ouro, dinheiro, marfim, decisões danosas. São eles, esses cromos estomacais, os novos ultra-frades mendicantes locupletando-se de fêmeas, de putos, quando ninguém está a ver, e das benesses do Regime e é graças a eles que hoje o Poder Socratino não olha rigorosamente a quaisquer subterfúgios nem estratagemas para se perpetuar, para se escudar dos seus próprios lixos e incompetências agressivas, para lançar uma nuvem de Merda Mediática que manobre com Mentira um povo iliterato e crédulo. A República está muito para além do roço ao crime. Nasceu do Crime e prossegue em conformidade. Para se perpetuarem, há pândega, vale tudo, é carnaval. Comemora-se a República de todos os desastres. Ninguém se incomoda. Não há vergonha na cara.

In Palavrossavrvs Rex