5 de fevereiro de 2010

Muito. Pouco


Em Portugal ouve-se muito, pergunta-se muito, não se critica o fulcral, aceita-se como verdade tudo o que aparece a tenir num televisor, pensa-se pouco e pouco se sente. Seria impossível aceitarmos os desígnios da incompetência, seria impossível aceitarmos o roubo à vista, seria impossível aceitarmos a ingerência e a hipocrisia dos políticos que se habilitam às eleições se estivessemos intactos na nossa liberdade e moral. Cedo perceberemos que a sobrevivência individual não assenta no deixa-andar, na cunha e no partidarismo oportunista! A "teia" está a ruir e as moscas cairão agarradas a ela.

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