1 de julho de 2010

Eu sei que nem tudo o que "golden" é ouro


Há uns anos o pai do socialismo quis fazer-nos entrar para a CEE qual cú da galinha dos ovos de oiro. Ao fazer isso deu um passo para a diluição da veia retrógrada do socialismo português, o que até não foi mau, para o Socialismo! Entramos na livre circulação de capitais, moeda única, parlamento único, juros únicos, ópticas díspares, começamos a ver-nos nas estrelinhas. Volvidos mais de duas décadas vemos que o socialismo e a "esquerda" caseira regrediram e apresentam uma artrite e rouquite crónica. Uma das provas é a "golden share" do governo nalgumas empresas públicas; quer dizer, a posição do estado-velho, revolucionário, a dizer que "é tudo nosso", do povo, do proletariado enganado. Esta nuance do estado sobre as coisas é obra do socialismo arcaico, que sonhava que um dia andariamos todos de fato macaco e com o mesmo corte cerebral. Da "europa" dizem que esta "posição" é ilegal e que contraria aquilo que assinamos quando "aderimos" – ou aderiram por nós, quer dizer! – ao mercado comum. Lá por o estado ter uma "golden share" eu sei que nem tudo o que "golden" é ouro...

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