9 de agosto de 2010

À beira-mar na República Portuguesa


Regressado de uns dias de descanso numa terra algarvia (este ano a água está uma sopa) quero partilhar um momento à beira-mar. Estava eu a mirar o mediterrâneo quando um jovem, inserido num divertido grupo, me perguntou sobre uma determinada distância para outra praia. Espanhol, não falou propriamente em castelhano mas muito bem nos entendemos – pelas piadas e trejeitos era um jovem que se vivesse cá no burgo alinharia em "bloquices". Reparei nos seus braços tatuados e em particular no desenho de uma bandeira espanhola com a coroa bem proporcionada. Disse eu: – ... mira, que é para toda a vida.... (apontando para a coroa)! Ao que ele respondeu mais ou menos assim: – vale, sou Espanhol até morrer!

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