16 de outubro de 2010

De mentira em mentira aqui estamos

(...) a partir de Maio de 74, a célula PC (Partido Comunista) iniciou a diabolização do desgraçado. Impediram-no de entrar no seu gabinete da direcção, devassaram-lhe os documentos, cortaram-lhe o telefone, impediram-no de percorrer os corredores da escola que criara, enviaram-lhe centos de cartas anónimas com as mais soezes insinuações e ameaças.Isolado, sob pressão do terror psicológico e da violência física, o mundo de Calvet desagregou-se. Fechou-se na casa de banho, deitou-se na banheira e matou-se. É este o mais acabado testemunho da mentira dessa tal "revolução sem derramemento de sangue".

In Combustões

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