31 de dezembro de 2010

Ao jeitoso 2010


Em jeito de momentos de 2010 a rosca vai para as Comemorações do Centenário da República. Nem com 10 milhões de euros o povo se abeirou, festejou ou se apercebeu do que comemorávamos, senão de que o poder instituído queria que comemorássemos à força este regime; ou seja, uma utopia do que eles queriam que a dita República tivesse sido, mas não foi, não é, nem será. Mas mais. Este 2011 inicia-se com uma aragem triste e sombria para os filhos de Abril. Nunca Portugal viveu uma década com tantos recursos e tantos desperdícios. O novo milénio abriu com a bocarra do socialismo moderno, mas passados dez anos nada mais se vê que a trampa da linguagem falsa dos que nos geriram. Foi assim há 100 anos. É assim agora. Portugal é o melhor exemplo do que é a falácia dos votos, do que é a "democracia", do que é a mentira na política, do que é a deturpação da História, do que são as conveniências ladras-partidárias e, principalmente, o melhor exemplo para explicar porque este tipo de regime faz soltar a diarreia.

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