14 de dezembro de 2010

Tudo à coca

E pronto. Aqui está uma das primeiras aparições do "pai natal"! O gorducho preferido dos burgueses e das mentes coloridas dos paizinhos modernaços – deste mundo de fibra. Os "crentes" nesta coisa são de dois géneros: uns querem fazer dele o substituto de Jesus e do perigosissimo catolicismo, promovendo-o, a modos de que, a "deus fixe, plausível e laico", legítimo distribuidor de prendas larocas aos humanos bem comportadinhos, sem crises, nem dificuldades de pagamento. Tudo à coca. Outros querem fazer dele o "verdadeiro" espírito progressista de natal, reduzindo a coisa a um sentimento de bondade-por-um-dia-que-amanhã-já-estou-noutra (quanto mais de "esquerda" melhor) acrescido de um jantar, à borla dos velhotes, cheio de copázios, arrotos e comezainas. Tudo à coca.

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