5 de janeiro de 2011

O "pai" concluiu

O "pai" Jorge dá para tudo. Para re-re-re-escrever a sebenta do povo subalterno ao grande ideal republicano, o mesmo, parido da ética republicana de 1910, e dizer o que é ou não é "éticamente" constitucional. Ai "pai". Canhoto. E não deve sair barato aos bolsos dos subalternos. Um dia, vamos vê-lo de bengalinha a concluir que a governança amiga, desde que embuida da "ética republicana", tem legitimidade para usar e abusar desde que não fira o (seu, deles) texto constitucional.
É como eu costumo dizer, ao invés da Lei se adaptar à realidade é a realidade que tem que se adaptar à "lei".

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