19 de janeiro de 2011

Teatro até às urnas

O fascismo ainda vitíma em Portugal! É fácil despertar o fascismo expiatório que existe em Portugal, essa sombra nefasta e sombria que continua a "perseguir" todos os apoiantes da Liberdade. Ontem um grupo de amantes da Liberdade, sindicalistas, felizmente captados pelas câmaras da televisão, zurziam ferozmente (em trabalho!) em frente a uma residência oficial da República. E como bem sabemos, ninguém se meta com a República. Os sindicalistas zurziam e a policia pedia para não avançarem. Aí, um anti-fascista-sindicalista furou a barreira policial. Ia urinar. Se calhar. Outro avançou. Outros avançaram para "suster" a firmeza da polícia. Ó para eles a provocarem os agentes "provocadores". Os sindicalistas, parece, estão a olhar para nós, através das câmaras. A ver se a nossa ingenuidade consegue ler o ataque cerrado às "liberdades e garantias" a que foram sujeitos. Entretanto, já se entrevistam os candidatos ao emprego de presidente da república para se saber quem é o culpado. "Fascismo nunca mais", ouvira-se na manifestação. Era o que faltava a este cadaveroso período eleitoral em decomposição. Teatro até às urnas.

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