22 de março de 2011

A voz da rádio


Desde muito novo que simpatizo com o Artur Agostinho. Primeiro na televisão, ainda a preto e branco, depois na rádio, a sua figura sempre me pareceu gentil (ficará para sempre na minha memória a sua prestação no filme "O Leão da Estrela", até porque durante o jogo Porto-Sporting o meu pai se encontrava in loco no estádio e vários episódios nos contava desse dia). Nunca embandeirou, como muitos seus colegas, na cantilena anti-fascista apesar de ter estórias para contar, nesse aspecto, não se serviu do sistema. Era um comunicador, educado e pautado. Já há muito que não o via nos escaparates, agora de feição para a esquerda alagostada e para o jet queque. Hoje faleceu.
Bem haja, à sua memória.

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