16 de abril de 2011

Sem vergonha


Se os políticos soubessem o que querem, se soubessem do que falam, se soubessem como agir, não andávamos neste impasse. Dizem que eles estão impreparados. Eu digo que estão parados. Em nenhum encontro uma causa que não a vaidade do cargo, do emprego, do pretender entrar para uma "história". Coitados dos que não se revêem na linguagem falsa e dúbia desta gente, agora, sedimentada pelo aval de politólogos que tudo criticam ou aprovam. Coitados. Como podemos acreditar em políticos sem espinha, cabedal, coragem, sem luz, sem voz humilde. É por isso que tenho dó desta República, uma fabriqueta de gente ávida sem vergonha de se abeirar do Estado, sem escrúpulos de transformar o Estado numa vergonha.


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