6 de junho de 2011

O tempo


O novo primeiro-ministro tem o tempo contra si. Não há tempo, dizem. Não há tempo. Pois eu digo que o tempo também se fabrica. Dar tempo será essencial para que o novo governante-mor possa demonstrar a sua gestão e desenvolver calo, verificar o que lhe deixaram, olhar bem para o buraco imenso que o socialismo lhe legou e agir. Mais do que tempo, a reacção. Mas que ninguém se prostre sentado, a nossa energia é tão fundamental quanto a dos governantes. O tempo do cigarrito e da bejeca a olhar para o socialismo leiteiro terminou. Espero. Foi tempo.

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