19 de julho de 2011

Regras


Num artigo do Público uma jornalista exalta a expressão "Católica cria regras de vestuário para alunos e professores". Ui! Que calor. Convém ler, de raspão, os comentários.
Não se trata, propriamente, de criar!
Ter que explicar "regras" como as que explica o Reitor da dita Universidade, que deviam fazer parte da interpretação cívica da boa cidadania, devia ser desnecessário. Um indivíduo sentir-se intimidado ou "lesado" (Ai a PIDE!, Ai o Diábo!), por isso, pela simples evocação deste género de regras, também. Da mesma forma, também acho desnecessário explicar regras como o não cuspir para o chão na rua, mesmo nos pés dos outros, passar à frente dos outros na fila do autocarro, falar alto na cara de desconhecidos, dizer palavrões, ser agressivo com estranhos, comer com as mãos em casa dos outros, entrar de cuecas num serviço público, atirar o jornal para a rua quando se acaba de ler, e por aí fora.
Devia ser desnecessário, mas parece que por aqui é bem necessário!

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