15 de fevereiro de 2012

Canhotos


A recente vaga de entrevistas a militantes de esquerda que estão na "linha da frente" das manifs gregas, inclusivé de um extremista de 89 anos que se tornou herói aos 19 por ter retirado uma bandeira nazi de um mastro, torna latente um juízo. Os manifestantes têm uma agenda política e são orientados por políticas que não passam somente por uma pontual contestação. Se não era novidade a detenção de extremistas radicais, viajantes transnacionais peritos em incendiar a propriedade alheia, a rotina táctica que as manifestações apresentam sublinha uma guerrilha ideológica que não se importa em ter nas suas hostes a ralé desordeira como lebre para contágios e desvarios de rua. Trata-se de destruir para destruir. Uma vez no poder os garotos dos molotofs não poderão fazer mais do que continuar a destruir. Por isso é que a oposição no parlamento grego (direita e esquerda) veta sem escrúpulos para se abeirar melhor dos despojos no momento de enterrar o país.
É fácil fazer oposição quando o programa passa por, pura e simplesmente, atiçar o ódio, a pobreza e a frustração dos concidadãos. Por aqui, a oposição ao PSD-CDS, diz que "não dá mais", que estamos a "passar os limites". Continuo à espera de ouvir quais os limites que os canhotos nos proporiam uma vez no poder!


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