9 de abril de 2012

Na páscoa


Na passada sexta feira a nossa família foi abalada com a notícia do falecimento de uma pessoa conhecida, principalmente chegada à minha mulher e à sua família. Conhecia-a em minha casa há vários anos e já não a via vai para uma década. Diz-se que partiu em paz, essa paz que a morte preenche. A Páscoa é a época do renascimento, da esperança, do devir. Da partida para o Encontro. A Renata partiu, para os que a amaram nunca chegará a partir de vez, nunca de vez porque no amor presente. Para trás deixou 10 anos sucessivos de dor e agonia, inúmeros tratamentos, desilusões, sucessivas recaídas e metástases criadas pelo cancro que a assolou. A nossa Páscoa será a sua na verdade da transcendência. A Renata tinha 17 anos.

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