2 de julho de 2012

Cantemos


Um árbitro português apitou a final do campeonato da europa de futebol , digamos, representou Portugal na final. Não ouvi os jornais chorarem, os críticos, chorarem, os analistas chorarem, o povo "enternecido" nas praças e quiosques. Não vi os cachecóis com a cor do terrorismo carbonário (e, para quem não sabe ou nunca quis saber, a cor vermelha também era a cor do partido republicano do Porto e a verde era a cor do partido republicano de Lisboa), nem os trapos à janela. Todavia, o árbitro Pedro Proênça fez um feito. Assim como qualquer profissional de excelência, também ele, honrou o "nome do país". Constato isto só para referir que a publicidade e a imbecilidade, quando andam juntas, podem ter um efeito perigoso na cabeçinha dos distraídos. Foi-se o ruído artificial que cantem agora os que realmente amam a pátria.

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