5 de julho de 2012

Três em um - II


E bem diz o Miguel. O "doutor" é o título da República. Pelos vistos um título alheio ao mérito e ao altruísmo. Indo mais além, eu sempre me apresentei pelo nome. O nome, é o mais potente e importante símbolo, a mais abrangente definição do que somos. Ninguém, nas minhas relações profissionais (já lá vão 22 anos) me trata por doutor. Ao invés eu apresento-me com o nome de baptismo e o apelido. O que me custa é tratarem-me por "Senhor joão" – então eu não tenho pai e mãe? Podia ser pior. É uma questão de educação embora possa ser atenuada por um "desejo" de proximidade de quem o diz, não de presunção. Mas isso já é outra conversa.

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