27 de setembro de 2012

Não batam no meu menino


Há uma semana assisti junto à entrada do supermercado Modelo, perto de minha casa, a dois ciganos, adultos, envolvidos numa zaragata com um jovem que não teria mais que 20 anos. Pela gritaria, este jovem não teria deixado passar à frente, na fila de pagamento do supermercado, um cigano. A mãe do jovem só gritava: "não batam no meu menino".
A questão das más condutas, da escumalha violenta, do crime gratuito ou organizado nunca pode ser amparado/desculpado por questões étnicas, sociais ou psicológicas. Este país não necessita de "SOS Racismo", necessita, carenciadamente, de "SOS Civismo".

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