5 de outubro de 2012

Afinal, houve festa


O trapo içado ao contrário, cantatas, a srª Luísa a expressar o desalento da situação, um pátio privado, seguranças, um "público" pouco entusiasmado, afinal houve festa da República. Não era isto que os mentores das comemorações do centenário queriam? A República vai defunta, podre de mau cheiro e o corpo ainda não se apercebeu. A coisa tem-se mantido pelos radicais e os complexos de esquerda mas não tarda as consciências vão despertar. Quanto à bandeira direita, ei-la.

2 comentários:

Paulo Cunha Porto disse...

Ai, Meu Caro João, saiu ligeiramente gralhado o texto!!! Ficou a ideia de que houve «festa da República», quando, evidentemente, nos queria falar do que se passou, a "sesta da República"...

Abraço

João Amorim disse...

caro Paulo

De facto, ademais, é dificil apelidar de "comemorações" uma coisa que nunca foi comemorada pelo povo apenas pelos acólitos do regime.