8 de outubro de 2012

O balde

A governação está nos limites e a imprensa nacional inicia o seu predilecto ofício: escarafunchar, insinuar, cruzar "informações", linchar. Foi assim no passado e é um fartote nos presentes anos. O que mais excita os "jornalistas" é insinuar, insinuar antes de provar. A República tem uma longa história neste tipo de jornalismo. A fase 2 será a perseguição por vias paralelas à actividade jornalística. Os jornais vendem mais quando vendem sangue e ódio. Os portugueses precisam de expiar a sua frustração, precisam de reagir (sem reacção), porque não há tempo para pensar. Nem tempo nem miolos.
Não é novidade para ninguém que os políticos profissionais, os que fazem carreira desde novos, conhecem-se todos, protegem-se muitos. Os mais novos aprenderam com os mais velhos e o país é um balde exemplar de como a partidocracia assaltou o país e inundou de esterco os sentimentos pátrios. Basta o facto de uma maioria fazer parte da maçonaria para não haver lugar a pasmo ou arroto que justifique o sobressalto dos "jornalistas". Se os jornaleiros se derem ao trabalho de cruzar todos os negócios, conversas, factos, eventos e outrém, não haveria um só político, da assembleia às autarquias, que não esteja em posição de ser invejado e injuriado pelo exigente público do circo da República. E de injuria em injuria todos os cidadãos acabariam nesse balde.

1 comentário:

Anónimo disse...

Coitada da pessoa que dobrou a bandeira e a arrumou no lugar dela na última vez que foi utilizada pois essa pessoa agora é que leva com as culpas por estes Maçons serem uns ignorantes (ou será mesmo estúpidos??) incompetentes que nem uma simples bandeira sabem hastear!

Como poderão saber governar Portugal se nem sabem hastear uma simples bandeira???