26 de novembro de 2012

Não esquecer - uma factura com 37 anos


Numa altura em que todos fazem contas, eu cuido dos meus cêntimos no fundilho da carteira mas, não esqueço contas que estão para pagar e que não podem prescrever. Com a conivência do Socialismo do sr. Soares, os gestores da coisa pública, como o Rosa Coutinho, deram largas à ventura e não se compadeceram com os custos humanos das suas revoluções. Que ninguém, por um só segundo, tenha dúvidas que a "descolonização possível" foi um negócio. Triste e abastardado país que nunca soube ser credor desses custos e sofrimentos ante os responsáveis pelo descalabro.
Aqui fica uma notável entrevista de um homem de esquerda, um dos responsáveis por uma factura que matou milhões e levou à morte antecipada centenas de milhares de portugueses.

2 comentários:

Paulo Cunha Porto disse...

Meu Caro João,
uma confissão sem arrependimento não consente atenuantes nem propicia redenção.
O Inferno tem de funcionar!

Abraço

João Amorim disse...

Espero que funcione e que guarde lugar para mais uns tantos traidores.

abraço, caro Paulo