29 de novembro de 2012

Proibir o direito à greve


Recomendo ao governo da República-Verde-Tinto que avance com as políticas do elogiadíssimo Afonso Costa da I República e proíba o direito à greve. Proibir é um emblema do regime por isso não seria muito grave. Se os grevistas reclamarem é atirar-lhes com a historia. Os estivadores queixam-se por receberem pouco nas horas extraordinárias? Não façam horas extraordinárias! Mas as horas extraordinárias duplicam o salário? Então que se faça greve que o direito a trabalhar fora de horas e bem pago foi prometido enquanto houvesse vida na terra pelo Socialismo de Dinheiro Emprestado. Aliás, que toda a gente entre em greve imediata e exija o pagamento de horas extraordinárias, ao estado, ao patrão (esse eterno faxista, pois claro!), ao senhorio, ao carteiro,  que o trabalho não é para se fazer é para se ir fazendo.




Foto: sindicalistas presos na I República. Dá-lhes Coelho. Viva a República.


3 comentários:

Paulo Cunha Porto disse...

Os mesmos Democráticos que usavam grevistas como escudos humanos contra as formas de luta mais arriscadas de trabalhadores do género dos Ferroviários.

Um dia destes posto sobre o tema.

Abraço, Meu Caro João

João Amorim disse...

É um tema quente que tem sido adormecido ao longo dos anos.

abraço, caro Paulo

Paulo Cunha Porto disse...

E se ameacei, mais depressa o consumei, lá no canto onde o Amigo João sabe.

Abraço