4 de dezembro de 2012

Center for Country Research


Existem empresas que se dedicam a fazer estudos sobre os montantes que foram, são e serão furtados, no comércio. Empresas destas deviam ser apoiadas pelos países em vias de pulverização moral. O furto é um fenómeno tão antigo quanto a existência animal. Em Portugal furta-se por vários motivos: por fome e por oportunidade. No primeiro motivo o corpo pede no segundo a moral perde. Os oportunistas abundam, fecundam e deixam legados. Um outro motivo é a lei. A lei pode prever a usurpação legítima de um bem mesmo que isso pareça ilegítimo. Veja-se a prole de presidentes da república a usarem o alheio amealhado da coisa pública como se fossem credores, em virtude dos "deveres cumpridos"! Devia ser fundado um Center for "Country" Research. Seria útil e ajudaria o INE e o ministério das finanças sobre as previsões do orçamento disponível de facto. Diz uma empresa inglesa que estima furtos no comércio português durante a época de Natal, deste ano, no valor de 66,9 milhões de euros, 5,5% a mais do que em 2011. Quanto se furtou, em maquinâncias, do orçamento de estado em 2012?

2 comentários:

Paulo Cunha Porto disse...

É um paradoxo: a rapina com maior visibilidade ser a dos meias-lecas...

Grande abraço

João Amorim disse...

caro Paulo

É bem verdade.

abraço