28 de fevereiro de 2013

O empreendorismo? "Foice".


A relação do nº de desempregados e do nº de empresas existentes (cerca de 360 mil) mostra que existem poucas empresas. Mais, existem poucas empresas para captação do nº de desempregados qualificados e poucas empresas para captação de empregados sem qualificação universitária mas com experiência laboral/industrial. Do universo de empresas a laborar apenas 1000 são "grandes" sendo que destas apenas umas centenas empregam mais de 1000 trabalhadores. A indústria "foice", a economia "foice", a agricultura "foice" os serviços arrastam-se a "martelo". A mea culpa não está no governo de Passos Coelho, na Troika ou no fantasma do défice, a grande culpa está na monotonia subsidiária, na enviesada comunidade económica, nacional, na falta de cidadãos com coragem e rusticidade. Se a isto anexarmos o abuso do fisco terrorista, a burocracia, o excesso de leis proteccionistas do trabalhador (leis disfarçadas de lei que diz pretender proteger o trabalho), o excesso de politização da actividade económica, o complexo de ser-se "empresário" (vulgo, faxista, ladrão, porco, explorador dos trabalhadores, etc..) em Portugal, tudo, baralhado, misturado, compreende um cocktail de má azia e de afastamento para os indígenas da República. Quanto mais o tempo passa, entre a procura de emprego e uma contratação, mais a crítica resvala para a "luta de classes" e consequente demagogia inflacionada. O país vive recuado no tempo das reivindicações quando devia ser motivado, também, pelas "centrais sindicais" a viver o tempo da reflexão, do risco e da mudança. Até hoje, volto a dizer pela enésima vez, ainda não vi uma única acção dos camaradas das "centrais" a promover o empreendorismo e a "auxiliar" a constituição de empresas, sejam micro negócios ou nichos de oportunidades; não, não vi, porque as "centrais" e as formigas amestradas que as rodeiam (dos media aos panfletos de bairro) vivem das exigências. O socialismo agradece o atavismo, os camaradas agradecem a grândolização e a transferência das frustrações {para indignações ou manifestações avenida abaixo}, dos putativos desempregados para quem um emprego é um direito que lhes assiste..., claro, dado por outrém! O empreendorismo "foice"...


27 de fevereiro de 2013

Hoje a forca amanhã a guilhotina


A juventude tem destas coisas, andam jovens a brincar com cadáveres, espero, de animais mortos (ou será que enforcaram mesmo o bicho?). Hoje a forca amanhã a Guilhotina – esse objecto de culto para todos aqueles que acham que a "liberdade" chegou com a cabeça a rolar para a baliza da "fraternidade"! Que não se achem a descoberto, estes jovens, a "igualdade" também anda a par e qualquer dia uns "lixados" mais duros fazem a festa com a cabeça destes estudantes/indignados, organizados, de iPad no bolso. Está mais para isso que para a pândega da esquerda grândolizada.




26 de fevereiro de 2013

Grândolização


O responsável pela "descolonização possível" saiu de convalescência para participar numa homenagem a um apoiante activo do Regicídio. Pelo meio falou da "Grândola" sem deixar de focar que foi exilado! A voz e o cérebro de Mário Soares são o melhor exemplo da estagnação mental e cultural do povo português. Mesmo o povo não sendo parvo, a quantidade de palavreado vomitado nos últimos cem e tal anos levou que uma apatia colectiva aceitasse a influência de uma cultura económica e política exterior à nossa natureza chã, génese e tradição comunitária. Os resultados estão à vista e é contra eles que o responsável pela "descolonização possível" fala denotando uma esquizófrenia na visão do problema. Adiante. O responsável pela "descolonização possível" devia acomodar-se e aceitar que outros governantes também estejam a viver o momento "possível"...! já Aquilino, que tantos dizem ser um escritor, bem cedo escreveu com armas o seu ódio-panteão para esta República em permanente grândolização.




25 de fevereiro de 2013

Direito Republicano de bater ou os ajustes directos


Dizem do sindicato das polícias que tem de forçosamente haver policiamento nos estádios porque quando não há acontece como aconteceu no jogo Guimarães B - Braga B!! Devia ficar atónito mas não fico. Então o público quando não vê polícia começa a agredir os congéneres visitantes? Parece que sim. Esta república da igualdade, liberdade e fraternidade está no ponto de amadurecimento máximo, tão máximo que já começa a ficar pôdre. Porquê? Só um ausente não vê que toda a linguagem dos direitos adquiridos acompanhado da exaltação da "crise" e das "dores" legítimas, levou uma larguíssima franja da sociedade a achar que também tem direito republicano a bater quando quer e pode, nem que seja para desanuviar. Num outro registo, porque, de facto, assim se passa na praxis contractual do estado, podemos falar que o país está em modo de ajuste directo. 
Será que os "que se lixe a troika" vão cantar a "Grândola" à porta dos estádios?

23 de fevereiro de 2013

A esquerda a exploradora


Uma das notórias vagas que se notam nas últimas semanas é o crescente empolar das ideologias à direita e à esquerda. A Esquerda diz que combate as políticas da direita a direita reage contra o descalabro que a esquerda provocou no país. Esta batalha de posições barricadas na nossa fraca cultura política tem sido um dos sinais de decadência do homem português pós 25 de Abril. No campo de batalha emergem os jovens que se batem como "netos" d'Abril do outro jovens que se defendem como netos do nada. Quanto aos "pais", que o país bem conhece, figuram os adultos megapolitizados que deveriam ser o exemplo da turba. Mas não. O exemplo que devia vir de cima vem de baixo das folhas da teoria não praticada. Cada homem d'esquerda quer a sua sombra vista como culta, amada, amante do semelhante, dos ideais humanistas mas tudo aquilo que vi – vejo – nos últimos 38 anos é uma clara visão de um anátema provocado pela incoerência do estilo de vida dos camaradas. Sei que não todos mas, em cada arquitecto, com "nome", que se roga d'esquerda há um explorador do sistema, um cobrar exagerado de honorários pagos à custa do estado que é sustentado pelo povo (que sempre foi pobre), em cada médico, "intelectual", escritor, "sociólogo", d'esquerda há um viver bem à custa de honorários a preceito, de redes de compadrio, de "capelas doutrinárias" do amigo estado que é sustentado pelo povo (que sempre foi pobre). Em cada camarada notório há um dizer e um viver antagónico à pregação. Um dos melhores exemplos é o camarada Saramago que viveu sempre com o credo dos trabalhadores na boca mas não lhe conheço um único gesto de benfeitoria, filantropia ou solidariedade que não a crítica sobre os seus impostos ou a aceitação de uma "fundação" de benefício próprio paga com dinheiro daqueles que ele dizia defender. Face ao que exponho, direi que uma das razões porque não suporto o epíteto "esquerda" não vem da significação política, em si, mas do desgaste que me provoca esse título ser indevidamente usado para definir uma "moral", uma "conduta" ou "princípios". Neste regime abastardado, também não falta quem julgue que o título de "esquerda" (ou de "anti-fascista) é o suficiente para preencher o curriculum em branco de uma vida feita a cagar, comer e dormir.

22 de fevereiro de 2013

A Presidência é em si um erro


A "presidência da República", não o "presidente da república", detectou um erro, diria antes, uma troca na partícula "da", escrita num projecto de lei enviado ao parlamento, para a partícula "de", escrita no projecto de lei, emanado, aprovado! Este preciosismo enaltece os defensores da palavra, enaltece aqueles, que, como eu, encontram no virtuosismo e natureza das palavras, escritas, a essência maior da inteligência humana. Ninguém pode estar contra esta lição de empenho. Verifico, todavia, face à natureza da prosa escrutinada, que a mesma foi passada a peneira com uma outra intencionalidade que não a da sintaxe. Uma questão me assombra. Foi detectado um erro ou o erro estava no primeiro texto original? É uma pergunta pequena num país de Doutores, mas fica dito. Quanto ao resto, será que a "presidência" detectou mais algum erro saído das leis, da legislatura, dos deputados, da assembleia, da constituição, dos assessores, dos acessórios? Porventura, terá ela própria detectado que a Presidência é em si um erro? Dos grandes.


Ter razão


Se há coisa que eu pressinto no modismo das cantilenas é a indevida apropriação das ditas para outros fins que não o prazer dos ouvidos e da poética. Esta notícia vem dar razão quando digo que uma "Grândola" na boca de um manifestante não faz uma revolução, pelo contrário, faz uma inversão. Na boca de um jogador de futebol, então, é uma placagem. O Zeca deve estar orgulhoso, é que, a sua morena anda de boca em boca a revolucionar os próprios conceitos de cancionismo político. Não tarda, teremos toques de telemóvel, toques de campainha e toques de autoclismo com a "Grândola". ... Órdéna.



20 de fevereiro de 2013

Eu só canto a "Grândola" se for para isto:

Retirado daqui.

Enquanto o pau vai e vem as costas descansam


Ontem, os meninos ocupados da "Que se lixe a troika" mais uns meninos dos aparelhos juvenis d'esquerda foram insultar e dar barraca numa palestra onde iria discursar o ministro Relvas. Não se tratou de uma manifestação em espaço público, legítima, onde poderiam cantar e exibir cartazes mas mais uma arruaça num local privado. Fazer-se ouvir com inteligência, gozar do direito de opinião e expressão, não chega o que é necessário é insultar, vociferar e fazer uma "moche" para dar nas vistas na televisão. Estas "manifestações" estão assumidamente organizadas e fazem parte da linguagem desta nova geração Vod(k)atroika. A ralé fica satisfeita, ficam satisfeitos os insatisfeitos da vida (pré-pré e pós troika) e as audiências televisivas. Face ao que eu vi não percebo porque não foi chamada a polícia de choque. Não vejo grande diferença entre estes meninos e os meninos das claques, que também têm todas as razões do mundo para odiar os seus opositores. Por este andar eu posso ir ter com o presidente da minha junta de freguesia e chamar-lhe ladrão, fascista, filho de uma galdéria, agredi-lo, porque não gosto dele, anda a gastar dos "meus" impostos, anda com um carro melhor que o meu e tudo isso enquanto há buracos na minha rua que só existem porque o presidente da junta é de um partido que eu não gosto. Concordar com "acertos de contas" pode ser um perigosíssimo jogo onde poucos políticos estarão inocentes e poucos cidadãos estarão protegidos. Mais do que uma revolta social a transparência destas acções denotam um contorno de ódios, invejas, frustrações pessoais e manipulação política. Este jogo dos meninos que se estão a lixar merece uma reflexão por parte da autoridade (não do governo) e para a próxima devem, na minha opinião, enviar uma carga policial para malhar consistentemente em quem insultar e tentar agredir o seu semelhante, tal qual nos jogos de futebol, com a atenuante que, como diz o ditado, enquanto o pau vai e vem as costas (dos meninos) descansam.




19 de fevereiro de 2013

A vila tornou-se num baldio


Ontem, em Gaia, um ministro foi insultado, apelidado de fascista (porventura por muitos que gostam do Comunismo!) e, como preâmbulo teve que ouvir a canção da "Grândola". Para os meninos e meninas que gostam de cantar a "Grândola" eu quero dizer, se uma opinião divergente conta para este tipo de meninos, que eu não aprecio a música nem a letra e, os meninos, já deviam saber que foram aqueles que mais cantaram e dançaram à baila da "Grândola" que enterraram o país. A "Grândola" serve, pois serve, e serviu para tudo. A morena está calva e os novos animadores sociais querem apropriar-se de uma música que cheira a balda, bebedeiras, piolheira, ocupações de propriedades, mentiras, passagens administrativas nas universidades (e ainda falam do Relvas!) e nas escolas secundárias, ostracismo contra irmãos provenientes do Ultramar, expropriações, nacionalizações, tachismo público, cunhas, partidarismo corrupto e muito mais. O "povo é quem mais ordena" diz a dita, sim, o povo votou. Não me admira que a "Vila Morena" se tenha tornado num baldio de oportunismo. 


18 de fevereiro de 2013

Clarificador


Este vídeo, imperdível, é a imagem mais clarificadora do universo Futebol. A precisão da linguagem técnica do "técnico" é um passo gigantesco para o comum dos mortais começar a perceber o que vai na cabeça dos treinadores e dos jogadores. Quem fala assim não merece ganhar milhares, merece ganhar milhões ao dia. Como é bom começar o dia a aprender.


15 de fevereiro de 2013

Nada como um beijo que não se dá


Ontem foi "dia dos namorados", para o comércio e para os que se regem por "datas oficiais". Hoje sai a propósito uma notícia do beijo mais longo. Eu não me impressiono com records apenas me pergunto o que vale a pena. Face à motivação por figurar em tabelas e livros, prefiro os beijos anónimos que se dão por paixão, os pequenos beijos de acordar, os beijos que se detêm. A duração do acto pouco importa, é métrica sem expressão no tudo que representa o amor. Por outro lado, a interrupção de um beijo alimenta o desejo de um outro e outro beijo. Sem obrigações, nada como um beijo que não se dá, nada como, um beijo que nos dão.

12 de fevereiro de 2013

É a Fé men


Um grupo de "activistas"(?) decidiu despir-se na catedral de Notre-Dame, julga-se, para celebrar a abdicação do Papa Bento XVI. Dão-se por Femen e mostram as mamas a torto e direito seja a favor, ou contra, dos animais, seja a favor, ou contra, os heterossexuais e o que mexer; a arma de retórica, de discurso, são as mamas. Nunca as vi a mostrar os peitos numa mesquita, que as há às centenas na velha Europa, a favor das mulheres que são apedrejadas, mutiladas, violadas, oprimidas nos países muçulmanos. Estas Femen, por outro lado, tem a simpatia virtual dos mirones e situacionistas do olho topless. À boa pronuncia do Porto eu diria que estas manipuladas anti-católicas são... a Fé men...

Não há quem pergunte ao PC?

"Entre nós persiste, lamentavelmente, um temor reverencial que impede que o tema dos muitos holocaustos comunistas sejam aflorados na disputa política. Estamos no último ano da evocação do genocídio dos ucranianos, que se saldou pela morte, entre 1932 e 33, de dez milhões de camponeses que se opunham à colectivização imposta por Moscovo. Que eu saiba, nenhum deputado da maioria pediu à Assembleia um voto de pesar lembrando essa tragédia da história contemporânea. Não há, nos grupos parlamentares do PSD e do CDS, ou até do PS, um só deputado que levante o debate?"

Não, caro Miguel. A nossa Assembleia é doutorada na parcimónia mental, muito menos os meninos d'esquerda. A esquerda portuguesa é boa, bonita, veste de escuro, com cáchecól, mesmo de verão, fuma, bebe enquanto fuma, vagueia pelas galerias, lê o Público, sabe de tudo, de tudo sabe, sabe de cor a canção da Gaivota, é anti-faxista, diz-se de esquerda para não se dizer Comunista, sem o dizer porque não é preciso dizer nada quando se está do lado do povo, dos trabalhadores, dos oprimidos, dos pobres, e pobrezinhos, dos necessitados! O holocausto dos Ucranianos foi há 80 anos mas não há quem chore, não há tempo, oficial ou jornalístico, que a crise em Portugal urge.



Que raio


Fiquei perplexo com a notícia da renuncia de Bento XVI. Única, se excluirmos a grave crise – Cisma – que deu azo a outra renúncia, cinco séculos atrás. Não sei o que pensar mas resolvidas algumas horas do facto não creio ter de reflectir mais sobre isso. É. Por outro lado, não consigo evitar a confrontação com o sintagma desta Igreja modernista e da sua diluição na vontade dos seus opositores de fé.
Bento XVI levou-me a lê-lo, a ler sobre a Palavra das sagradas escrituras, as sublimes encíclicas, a ir ao seu encontro na sua visita a Portugal. A sua renúncia fica ilustrada com uma pontuação metereológica que ocorreu após uma citação do cardeal Angelo Sodano. Que raio!

7 de fevereiro de 2013

Infame


A infame "descolonização possível" do sr. Mário Soares, a par com outras virtudes do 25 de Abril de 1974 deu, para o bem e para o mal, em muita coisa. Muita coisa. Uma das coisas que deu foi a corrupção vigente e o empobrecimento moral, e económico, que muitos só agora querem ver. Outra das coisas que deu foi três guerras civis, milhões de mortos, fome, ditaduras violentas, tudo porque os camaradas quiseram a toda a força dar o poder às minorias terroristas-comunistas em vez de promoverem uma transição coordenada pela ONU para eleições livres. O resultado, da "independência", da "liberdade", está à vista. É ver.



5 de fevereiro de 2013

Perder a vida


Li, hoje de manhã, que ontem foi o "Dia Mundial da Luta contra o Cancro". Por coincidência ontem soube que um grande amigo meu, pai de um dos meus mais antigos amigos, dos poucos que confundo com a minha família de sangue, estava internado no hospital. Ao final da tarde fui estar com ele. A história não é nova mas não pensei que a doença se tornásse tão dramática. Tão terminal. Sei o que é perder alguém pelo cancro. Vi o meu avô falecer em casa quando tinha 18 anos, vivi a morte da minha mãe quando eu tinha 24 anos. Não sei o que eu poderia fazer para ajudar na luta contra o cancro apenas sei como acarinhar, se é que a minha ajuda pode ser válida para além de oferecer esperança ou rezar. É difícil falar da vida para além da morte quando alguém que amamos perde a vida para a morte que não deseja. Talvez, por isso, seja mais fácil encarar a morte quando esta nos depara do que quando se depara com os outros. Porque a morte dos outros, que amamos, é uma silenciosa subtração da nossa vida.



4 de fevereiro de 2013

Renunciar sem Glória


A deputada do partido Socialista tem a sorte da camaradagem entre deputados! Óbvio que todos bebem, uns para 0,5 outros, outras, para 2,4 gr/l. Se fosse da "bancada" PSD, se fosse o Ministro Relvas, Glória pediria a renúncia sem glória do opositor e ouviríamos a esquerda exigir um auto-STOP. Uma coisa parece-me mal, é atirar as culpas para a bebida, isso não se faz. Para Glória o erro não a obriga a renunciar. Não ouvi nenhum camarada da assembleia a pedir a dita, mas Glória sabe que nesta República não há leis morais que a obriguem a renunciar, só direitos. Pelo menos que renuncie ao bezegol.


1 de fevereiro de 2013

No dia 1 de Fevereiro a escumalha não tem pesar


Perfazem hoje 105 anos do covarde e ignóbil assassinato, pelas costas, do chefe de estado Carlos I e do seu filho mais velho. Com este acto a escumalha extremista de esquerda impeliu o país para o luto, o abismo, o terrorismo, a repressão e duas ditaduras. A maioria não pensa mas que ninguém duvide que a República não é, nem nunca será, consensual. Rememorar o Regicídio é afirmar na esperança que os mártires não morrem em vão.
Hoje, 1 de Fevereiro, a Assembleia da República emitiu um voto de pesar por Jaime Neves. As galerias não cumpriram a obrigatoriedade do "silêncio", tão republicano, e clamaram o grito dos "comandos". A mesma extrema esquerda que não permitiu um voto de pesar pela memória de Carlos I em 2008, não apoiou a proposta de hoje do CDS e PSD. Votou contra. A "Liberdade-Igualdade-Fraternidade" tem dois pesos, apesar.