19 de fevereiro de 2013

A vila tornou-se num baldio


Ontem, em Gaia, um ministro foi insultado, apelidado de fascista (porventura por muitos que gostam do Comunismo!) e, como preâmbulo teve que ouvir a canção da "Grândola". Para os meninos e meninas que gostam de cantar a "Grândola" eu quero dizer, se uma opinião divergente conta para este tipo de meninos, que eu não aprecio a música nem a letra e, os meninos, já deviam saber que foram aqueles que mais cantaram e dançaram à baila da "Grândola" que enterraram o país. A "Grândola" serve, pois serve, e serviu para tudo. A morena está calva e os novos animadores sociais querem apropriar-se de uma música que cheira a balda, bebedeiras, piolheira, ocupações de propriedades, mentiras, passagens administrativas nas universidades (e ainda falam do Relvas!) e nas escolas secundárias, ostracismo contra irmãos provenientes do Ultramar, expropriações, nacionalizações, tachismo público, cunhas, partidarismo corrupto e muito mais. O "povo é quem mais ordena" diz a dita, sim, o povo votou. Não me admira que a "Vila Morena" se tenha tornado num baldio de oportunismo. 


2 comentários:

Paulo Cunha Porto disse...

Meu Caro João,
o Seu texto fez com que me lembrasse de um Amigo meu que, há uns anitos, dizia adorar que lhe chamassem "fascista", porque assim confirmava estar no caminho certo. Ou o Páro co de Sernancelhe dos tempos pós-revolucionários, que, em pleno debate televisivo, apodado do mesmo por um esquerdóide cheio de(sses) argumentos, respondeu: sou fascista, sou sim senhor, porque tenho l+á em casa uns feixes de palha para dar de comer a burros como você».
Posto isto, atendendo ao relvado que visavam, os meninos deviam ter gritado, menos incompletamente, «Fascista! Sem ofensa para os Fascustas, claro».
Envim, o polvo abrilino, quer o dos tentáculos, quer o do pó noutras línguas latinas, ainda estrebucha.

Abraço

João Amorim disse...

caro Paulo, o polvo abrilino não tem cérebro apenas uma cassete e um megafalante. Não é preciso ser actualizado para DVD, CD ou USB a cassete não se gasta e serve para tudo.