1 de fevereiro de 2013

No dia 1 de Fevereiro a escumalha não tem pesar


Perfazem hoje 105 anos do covarde e ignóbil assassinato, pelas costas, do chefe de estado Carlos I e do seu filho mais velho. Com este acto a escumalha extremista de esquerda impeliu o país para o luto, o abismo, o terrorismo, a repressão e duas ditaduras. A maioria não pensa mas que ninguém duvide que a República não é, nem nunca será, consensual. Rememorar o Regicídio é afirmar na esperança que os mártires não morrem em vão.
Hoje, 1 de Fevereiro, a Assembleia da República emitiu um voto de pesar por Jaime Neves. As galerias não cumpriram a obrigatoriedade do "silêncio", tão republicano, e clamaram o grito dos "comandos". A mesma extrema esquerda que não permitiu um voto de pesar pela memória de Carlos I em 2008, não apoiou a proposta de hoje do CDS e PSD. Votou contra. A "Liberdade-Igualdade-Fraternidade" tem dois pesos, apesar.



5 comentários:

KOSTA DE ALHABAITE disse...

Se fosse um tiro não podia ser mais certeiro. Muito bem observado, aliás como a generalidade do que se escreve neste espaço. Muito bem!

ATRIBUTOS disse...

Citei-o num post. Vou tentar segui-lo.
Abraço
José Magalhães

Paulo Cunha Porto disse...

A Memória é o alvo primordial das revoluções, o sangue e o desrespeito as suas consequências naturais. Como podemos estranhar as tristes opções dos seus filhotes?

Abraço, Meu Caro João

João Amorim disse...

caro José Magalhães

Obrigado pela simpatia.

abraço,

João Amorim disse...

Caro Paulo

Podia não ser assim, afinal, os filhotes julgam descender das "revoluções" mas o que temos são convulsões.

abraço,