12 de fevereiro de 2013

Que raio


Fiquei perplexo com a notícia da renuncia de Bento XVI. Única, se excluirmos a grave crise – Cisma – que deu azo a outra renúncia, cinco séculos atrás. Não sei o que pensar mas resolvidas algumas horas do facto não creio ter de reflectir mais sobre isso. É. Por outro lado, não consigo evitar a confrontação com o sintagma desta Igreja modernista e da sua diluição na vontade dos seus opositores de fé.
Bento XVI levou-me a lê-lo, a ler sobre a Palavra das sagradas escrituras, as sublimes encíclicas, a ir ao seu encontro na sua visita a Portugal. A sua renúncia fica ilustrada com uma pontuação metereológica que ocorreu após uma citação do cardeal Angelo Sodano. Que raio!

1 comentário:

Paulo Cunha Porto disse...

Meu Caro João,

houve mais umas poucas renúncias, embora anteriores à relativa ao termo do Cisma, que referiu. Sobre o assunto, também alinhavei umas ideias. Tempos de Trovoada, os que nos são dados viver.

Abraço