15 de março de 2013

A Ruy Cayolla


Acabei de vir do funeral do meu amigo Ruy de Almeida Cayolla. As brevas palavras que escrevo solto-as porque não posso deixar de pronunciar o seu nome. O meu amigo Ruy influenciou-me, viu-me crescer, ajudou-me, tornou-se amigo a sério, foi meu ouvidor, a mim confiou alguns livros de sua estimação que eu lia entremeias com ele. A diferença entre gerações não é óbice numa amizade e pode ser  potenciadora de admiração se portadora de sabedoria e princípios. Tenho, agora, o Ruy nos seus filhos, de quem sou amigo.
A ti, Ruy, nunca deixei de dizer que gostava muito de ti e que eras muito importante para mim, muito. Que sintas, na transcendência, onde estás, as minhas palavras, palavras que entoo como se estivesses aqui. Onde ainda estamos.

2 comentários:

Paulo Cunha Porto disse...

Meu Caro João,
lamento a Perda que sofreu. Sendo o apelido invulgar, imagino possuir vários volumes de um Familiar dos Seus Amigos, Lourenço de nome próprio.

Abraço

João Amorim disse...

Obrigado, Paulo. Não conheço o autor Lourenço mas poderá ser, porventura, primo destes Cayollas (Mexia Galvão).

abraço