11 de março de 2013

Como Sócrates, o filósofo, deve andar baralhado com o José, Gil!


José Gil é mais um dos que estrebucham contra a crise nessa corrente autista de quem não sabe olhar para trás. Como "filósofo" devia saber medir a extensão das suas palavras mas a sua prosa pouco abona a favor da sua inteligência. A crise não foi provocada pela subida dos impostos foi provocada por filósofos, em quem o Gil, porventura votou, que trataram da sua vidinha sem questionar o blábláblá do quem somos? donde vimos? para onde vamos?! A violência como resposta às vicissitudes não é aceitável e não merece filosofia adjacente. Não tarda o senhor Gil está a dizer que o genocídio da Revolução Francesa foi uma demonstração filosófica contra a "abolição da existência possível das pessoas" eliminando a existência concreta das pessoas responsáveis. Se é assim porque não dar razão ao nacional socialismo alemão, e ao início da II grande guerra, visto o Tratado de Versalhes ter retirado a auto-determinação ao povo alemão e daí a "abolição da existência possível das pessoas"? O filósofo Gil a derrapar para a sociologia de rua ou a beleza da violência filosófica. Como Sócrates, o filósofo, deve andar baralhado com o José, Gil!



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