6 de março de 2013

Fazer revoluções como quem dá um peido


Os militares revolucionários, usuários de vários epítetos, que se julgam pais da "democracia", soluçam a baba dos idos tempos em que a coisa fandanga corria-lhes de feição para as diabrites que levariam a este caos no país. Não contentes com isso, dão entrevistas a "propor", a imaginar, uma nova "revolução" (diria mais, golpe de estado) à maneira deles cujos interesses oblíquos a poucos serviriam. Um dia um, outro dia outro, os "capitães" não se calam enquanto a caravana já nem rodas tem para passar. É um fazer revoluções como quem dá um peido.



2 comentários:

Paulo Cunha Porto disse...

Deixe estar, Meu Caro João, embora o intervencionismo hã cívico dessa gente já cheire mal, com acto destes perdemm o gás todo...

Abraço

João Amorim disse...

caro Paulo, bem diz, perder o gás, embora o resultado seja um pivete o que tresanda daquelas bocas.