28 de março de 2013

O que diria Salazar sobre a sua governação, se fosse entrevistado?


Não vi a entrevista ao ex-primeiro ministro, que se dá pelo nome de baptismo, tipo zé miguel, mas face a tanta opinião apenas quero vincar que de nada servem as entrevista de lavagem/limpeza de pele à posterióri; servem tanto como ouvir um assassino a falar sobre o crime que cometeu. Na prática, já está feito. De nada adianta ouvir os "argumentos" do zé sócrates, o que interessa, e muito, é ouvir os resultados, ler as estatísticas, ver os números reais do descalabro, saber interpretar as contas, ser imparcial na visão das mesmas. Ouvir as desculpas do ex-primeiro ministro é um exercício político de desculpabilização mediática, a mesma que foi a dada ao logo de décadas a Mário Soares e a outros bastardos que tais, deste regime. O que diria Salazar sobre a sua governação, se pudesse ser entrevistado? O que diria o Buiça que assassinou covardemente o chefe de Estado, D. Carlos? O que diria Lenine? O que diria Hitler? 
Interessa para alguma coisa ouvir o zé sócrates que não seja apenas para abafar o rômrôm constante da indigestão mental dos seus apoiantes?



2 comentários:

Paulo Cunha Porto disse...

Meu Caro João,
Salazar não entra nestas lógicas, porque não governou à sombra dum partido, senão contra o carrocel deles e das suas palavrosas recriminações. Como Esse já não volta, sujeitamo-nos às voltas e voltinhas dos outros.

Uma Santa Páscoa!

João Amorim disse...

Uma Santa Páscoa, Paulo.

abraço