26 de abril de 2013

A PIDE do discurso oficial de esquerda


A PIDE das nossas opções, consciências e atitudes anda aí, nos jornais, blogges, TV's, faculdades, institutos públicos, cafés; Quem não for formatado com o pensamento do 25 de Abril está apontado no caderninho do desdém oficial. Eu não uso o cravo ao peito no dia 25 de Abril nem em nenhum outro dia. A agenda da bisbilhotice, da perseguição moral e intelectual continua a ser feita, desta vez, pelos adesivos, os situacionistas, os ignorantes e por aqueles que se acham donos da política e da história, dos costumes e do sumário das conversas possíveis neste regime. Não precisamos de usar cravos, estamos, há três décadas encravados.

2 comentários:

Paulo Cunha Porto disse...

Meu Caro João,
só não acompanho na referência estigmatizante à PIDE, que respeito como organização filantrópica.
A questão dos cravos é a da pobreza e malignidade do Regime: não arranjaram outro símbolo que não fosse a imitação do 28 de Maio em que, por estar a decorrer em Braga um Congresso Mariano, os soldados colocaram nas bocas das espingardas cravos... brancos, porque não tintos do sangue dos nossos Combatentes Africanos traídos. E,referência próxima para os mais ignorantes dos entreguistas do Ultramar, o movimento pacifista insinuado nos militares Americanos do Vietname igualmente tapou a saída das armas com flores. Mas é o decalque desvirtuado e o elogio da derrota que querem continuar a impor-nos.

Abraço

João Amorim disse...

Concordo, caro Paulo. O Paulo haveria de estar presente pelos meados de Agosto em Chaves para falar com ex-combatentes Comandos e Páraquedistas, na maior reunião do país. Já se faz há uns anitos. Muito gostava que fosse comigo para eu lhe apresentar alguns com tanto de rústicidade quanto de intelectualidade. Olhe que as conversas não são de café-vão d'escada!! Não posso é prometer-lhe segurança caso vá enfeitado com cravos!

abraço