23 de abril de 2013

"Há sempre uma candeia dentro da própria desgraça"





Ó Manuel, como faço minhas as tuas palavras! Também eu "pergunto ao vento que passa notícias do meu país". Um país que tem sido ignorado, como dizes nos versos, crucificado por aqueles que o dizem amar. Dia 25, eu também estarei ausente, como tu, das "comemorações", nos trinta e nove anos desta "pátria parada à beira de um rio triste", recordarei os teus versos e escreverei a minha resistência.


3 comentários:

Paulo Cunha Porto disse...

Cá estarei a fazer segunda voz, Caro João.

Abraço

João Amorim disse...

Sei que a minha "voz" pode ser pouco audível; felizmente há notas, como as do Paulo, que atingem o som de orquestra.

Um abraço,

Paulo Cunha Porto disse...

Hélas, uma pobre cana rachada, mas, espero, de recta intenção.

Abraço, Meu Caríssimo Amigo