25 de maio de 2013

Palhaços


Não fosse a natureza distraída e frágil dos portugueses e ninguém se alarmava com as expressões do Miguel Sousa Tavares, que fala de boca cheia, tal é a cultura republicana. A República foi talhada na difamação, na porcaria, na distorção, na palhaçada, na agressão verbal ao chefe de estado monárquico. Os jornais diziam o que queriam, porque a Liberdade era total e fazia parte da política constitucional monárquica, os jornais publicavam as mais vís mentiras e estórias sobre a família Real, os seus colaboradores e figuras de prestígio.  Após o regicídio e a implantação do terrorismo Republicano, vieram os palhaços do regime impôr respeitinho em letra de lei às altas figuras da "nação". A República ficou isto. Uma palhaçada, onde os seus figurantes continuam a abusar da linguagem no que se refere aos chefes de estado, onde a falta de educação é usada como se fosse "irreverência", uma palhaçada onde abundam palhaços que não sabem rir, pelo despeito, palhaços que não sabem aceitar a má disposição das plateias, palhaços que vencem na vida sem vocação para nos fazer rir antes chorar.

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