27 de junho de 2013

Não deposito qualquer confiança nesta desunião europeia


A "(des)união europeia" cavalga para a (des)união bancária. Com esse propósito, a independência dos estados vai-se acelerar e a questão das soberanias ficará ao nível da poesia e dos compêndios da história. Desde o primeiro dia, quando foi pensada pela família socialista, nos anos 50, que a "união europeia" tem na sua agenda constituir-se como uma federação de "estados" que mais não serão do que lugares ou vilas dos Estados Unidos da Europa. Para começar, chegam as boas notícias! Os depositantes em bancos passam a "credores" responsabilizados pelo fiasco do banco onde depositam. Dizem que os depósitos abaixo dos 100 000 euros serão protegidos. Dizem. O que não me parecem legislar é sobre os montantes máximos que os estados/governos podem chantagear à banca, verdadeira razão para a escassez de dinheiro na economia e para a especulação imoral. De facto, tantos milhares de funcionários europeus, tantas leis proteccionistas e a crise veio em força e promete não debelar. Nunca depositei nem deposito qualquer confiança nesta desunião europeia.

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