12 de agosto de 2013

Já tarda


Lazslo Csatari era o mais procurado da lista de criminosos Nazis. Morreu num hospital enquanto aguardava julgamento aos 98 anos.  Acho bem que se procurem insistentemente todo o tipo de criminosos. Pelo mesmo motivo, acho pertinente que se persigam para serem julgados todos os colaboradores e soldados das, ainda frescas, guerras dos Balcãs, dirigidas por Zdravko Tolimir, Radovan Karadzic, Ratko Mladic, Ante Gotovina, Veselin Vlahovic, os porteiros dos campos de concentração de Grbavica e Vraca, os secretários, condutores, enfermeiros, ou com qualquer outra ocupação – incluindo secretários de estado, presidentes da República – que tenham contribuído para execuções extrajudiciais e torturas cometidas contra homens, mulheres e crianças independentemente do seu credo ou ascendência. De igual modo, e porque a moral e a justiça têm de ser imparciais, já tarda investigar os nomes e responsabilidades dos judeus russos que estiveram na fundação do partido Bolchevique e na consumação da revolução russa, que se iria traduzir numa das maiores operações de limpeza étnica da história, revolução movida pela inspiração do Comunismo – parido por um judeu amante dos casinos e da boémia, Karl Heinrich Marx.


 

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