9 de outubro de 2013

Chéchés


Faz hoje 46 anos que foi morto, na Bolívia, um dos meninos revolucionários mais queridos deste mundo, Che Guevara. Médico, revolucionário, dizia-se, foi ministro e presidente do Banco de Cuba, mas a sua maior obra foi a implantação e planeamento dos campos de concentração cubanos, não poupando, deficientes, homossexuais e indigentes (não esquecendo o seu virtuosismo ao inventar um campo de "correcção" para aqueles que não compreendiam a "moral revolucionária"!). Foge João! Um assassino desculpado pela historiografia marxista. Bem teria feito o Hitler em dizer-se revolucionário, hoje seria um herói e os meninos andavam todos com o bigodinho a jeito. Che teve a sorte de não ter judeus entre os subjugados ou se os teve os protectores anti-holocausto não se preocupam a perseguir os guardas desses campos. Fuzilou pessoalmente muitos, mandou fuzilar centenas, tendo até dado entrevistas sobre o facto. Um Senhor. Apesar disso, é um querido da esquerda boa, da boa esquerda, dos comunistas, socialistas e dos distraídos que acham que ele era amigo dos pobres e desprotegidos!! Que o digam os milhares de cubanos perseguidos, os familiares dos Congoleses assassinados pelo ímpeto cubano além fronteiras, que o digam os familiares dos soldados portugueses mortos pelos "ideal" cubano em Angola. Apesar disso, dizia, a sua carantonha ilustra milhões de t-shirts e é, também, um sucesso entre muitos portugueses, que não se coíbem de colocar a estrelinha na bóina, qual Che da sua freguesia. Querem ser Ches não passam de chéchés.

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