29 de novembro de 2013

Pica-te


Um piquete de greve, dos CTT, decidiu colocar-se em frente a um portão, de saída de viaturas, e não deixar nenhum carro sair. Note-se que os carros eram conduzidos por trabalhadores que decidiram não fazer greve. Os grevistas, cada vez mais, são picados a fazer disto. Picados pelos comunistas arruaceiros, pelos esquerdistas brutalmente intelectuais, picados pelo estupor do sensacionalismo televisivo. O direito, por mais legítimo, a fazer greve não pode colidir com o mesmo direito de não adesão à greve. Um direito que obstruiu não é um direito é uma transgressão. 
Mas, coitadinhos dos dois deputados que foram "empurrados"; deles é que eu tenho pena perante tal desmando. Quanto ao outro, grão-mestre da sindicalização, esse piqua-se todos os dias. Está-lhe no sangue.

26 de novembro de 2013

O biolento



O sr. soares deve ter memória curta!!! Lembram-se do que o biolento disse depois de ter sido interpelado por um ex-combatente do ultramar?? Não foi há muito, foi em 2007! O que dirá este ex-combatente das recentes incitações do biolento à violência?

Ai!, que biolência


Por estes dias, desde a "aula" magma, onde falou o sr. Soares, até ontem, onde falaram os srs. Saraiva e Gonçalves, tem-se vivido uma extrema biolência. Não Violência mas uma biolência atendendo à biologia da nossa República. Já todos sabemos que estamos doentes, já todos sabemos que temos defeitos congénitos, também já sabiamos que a idade não perdoa e as memórias passadas assolam como se fosse hoje. Não é mau. É a vida. E a vida-história diz-nos que os portugueses não desejam a violência. A pseudo-revolução de 1910 foi perpretada por uma minoria ressabiada e violenta e se a prostração nacional deixou cair o regime essa lição, de acovardamento, revelou-se a 25 de Novembro de 1975, quando uma vasta franja da sociedade estava consciente que poderia ir para a guerra civil, lutando contra outra minoria ressabiada que pretendia impor uma nova ditadura. Alguns dessa minoria incitam, novamente, à violência tentando com isso mascarar a face. Mas, toda esta biolência pôe a nú a nossa natureza e a nossa tolerância. Os que hoje incitam à violência, "alertando" como um acto a consumar, demonstram os sonhos inacabados que pretendiam ter concretizado. Eles que falem, pode ser que os seus violentos desejos actuem sobre almas adormecidas que vejam nessa purga o gatilho para ajustar contas, óbvias, primeiro com o passado depois com o presente.

25 de novembro de 2013

O muro


Com a paz que quatro dias trazem após o "evento", dou comigo a pensar o que leva a pandilha da "defesa da Constituição, da democracia e do estado social" a juntar-se num auditório formatado para as estações de televisão? Eles defendem o quê? Especificamente, ao que vêm estes "amigos"? Porventura algum deles apontou soluções para os problemas? Porventura algum deles enunciou erros do passado? O que a pandilha, descarada, pretende é filiar o seu nome no muro Abrilista/berlinista que julgam nunca puder ser derrubado. As boas intenções de "Abril" na construção de um edifício resvalaram, pela mão de muitos velhacos, alguns presentes na passada quinta feira no dito auditório, para um muro, cinza, sombrio que não nos permite vislumbrar saídas, seja para a crise económica, social ou moral, que vivemos. Os distraídos e os envolvidos não o visionam antes o acham pleno na paisagem. É esse muro que nos depara e nos pára. Não temos de ter medo de sair! A cada discurso da pandilha ergue-se mais um tijolo e enterra-se a coragem dos que sem medo não temem a mudança e ousam lutar pelas gerações futuras. O tempo trágico pede homens com esperança, sem preconceitos, descontaminados da propaganda dominante – que domina. Só quando deitarmos abaixo o muro que nos ergueram com mentiras, falsas palavras, saque, ignomínia e traição poderemos construir um país cujo corpo não seja uma prisão.

22 de novembro de 2013

Reviver o passado em Soareshead


"Os portugueses habituaram-se a viver demasiado tempo acima dos seus meios e recursos".

(Mário Soares, o espicaça violência, RTP,1 de junho 1984)


"Quem vê do estrangeiro, este esforço e a coragem com que estamos a aplicar as medidas impopulares, aprecia e louvam o esforço feito por este governo".

(Mário Soares, o espicaça violência, JN, 28 de Abril 1984)

Já se sabe que não gostam


mas... gostem ou não gostem.

Cão de fila


Tal cão de fila com raiva, o responsável pela descolonização possível late perante uma alcateia frustrada. A "esquerda" anda doida por uma revolução na rua, mas o máximo que terá será violência gratuita porque não é esta esquerda que contém qualquer solução. O incitamento à violência atingiu os limites. Nunca de uma forma tão clara os comprometidos, que agora esganiçam, mostraram a sua índole e o seu desprezo pelos cidadãos que lutam pela mudança e por um novo país. O sinal, óbvio, da incapacidade intelectual da mesa que, fingiu, que falou para o povo foi a teoria da paulada ante a razoabilidade da mobilização social como oponente. Eles não querem mais do que serem eles a governar. Só isso. Como gostariam de fazer um golpe de estado com mais conselhos de revolução, MFA's e nacionalizações à mistura. Se isso nos fizesse ir para melhor....!! mas não, o que a alcateia pretende é impor mais do mesmo que nos levou até aqui. A "Constituição" não é uma Bíblia, não é, nem deveria ser para estes ateus que perante o seu fim à vista nos querem fazer, a todos, enterrar.

20 de novembro de 2013

Confrangedor


"Tudo isto é confrangedor. A cronofobia das esquerdas, a falta de pudor em reclamar para a oligarquia um lugar que não soube merecer, a insensibilidade quase patética, o fechamento autista em relação ao país, o espírito de aquário de gente que se habituou a mandar, a monopolizar lugares e a dominar todas as manifestações de vida política com a naturalidade de quem respira; tudo isto é sintomático de um fim de ciclo histórico a que o bunker responde com mais fechamento, mais teimosia, mais  intolerância. Estas esquerdas não têm 90 anos como Soares; não, são avós intelectuais dos anciãos que as manipulam."

Novo Presidente


Porque carga d' água, neste país que se diz laico e republicano, onde a visão do passado é distorcida com fel e estupor, se atribui o título de Rei a tudo quanto se julga supremo? Cristiano Ronaldo é o melhor (o "maior")? É! Mas por coerência com a terraplanagem mental instalada, devem apelidá-lo de "Presidente Ronaldo".

18 de novembro de 2013

À "boa maneira republicana" portuguesa



Quando a República se instalou em Portugal os ataques aos jornais eram o dia-a-dia. Era a "boa maneira republicana" tão apoiada pelos imprensa francesa da altura que dizia que o país estava a dar um salto para a "liberdade".
Uma das coisas que mais intriga na comunicação social portuguesa é nunca ter promovido uma evocação ou rememoração, uma só, aos atentados terroristas, coadjuvados com a Guarda Nacional Republicana, que a ampla imprensa sofreu durante mais de uma década com o "empastelamento" a todos os jornais que não colaborassem com a situação. Intrigante o silêncio sobre a I República, a tal que é grande mãe da filha II e da abastardada III.

Livra...! ...!


"Devolver" (?) ao país a realidade da Constituição"! É assim que começa o novo partido, "Livre" (!), do marxista Rui Tavares, um partido que quer estar ao centro da "esquerda", ou lá o que isso for. O símbolo será uma Papoila, que os cravos já têm dono, por certo para captar a franja consumista da charrada.
Os camaradas são fertéis em arranjar desculpas e linguagens subtis, mansinhos, doces, a favor da "liberdade", dos oprimidos, donos da verdade, doninhos da "sensibilidade social", anti-troikos, pró-abortos, a derreterem bondade e ecologia pelos sovacos. Cada novo partido de esquerda é mais um actor neste filme pornográfico em que se tornou a partidarite chupista do estado.

15 de novembro de 2013

Um CAFE com bagaço


Pois é, caro Miguel, fosse a "direita", na oposição, a vomitar tais incitações e o sado-socialismo acasalado à imprensa idiota-ó-correcta estava a exigir a cabeça dos instigadores, penas sumárias, exílios e, quem sabe, ajustes de contas à letra do Tribunal Constitucional. Mas como vem de quem vem o odôr não provoca náusea e repulsa. É o fedor normal dos "pais" do regime.

13 de novembro de 2013

Portugal joga o play-off para a permanência no Euro


Sem chefe que nos represente à altura, sem treinador à altura, com uma táctica desajustada, com jogadores mal preparados, com um público que só canta (bem sentado) o socialismo e o "quem vier a seguir que feche a porta", mesmo que à custa de endividamentos e anti-jogo, com dívidas em atraso e um défice nas contas correntes brutal, vai ser muito difícil a Portugal bater-se de igual para igual com os seus adversários; o "Euro" 2014 pode ser uma miragem. Talvez não seja pior. À que levantar a cabeça e pensar no próximo campeonato, construindo uma causa. À nossa custa, sem cometer os mesmos erros. Com a nossa soberania.

11 de novembro de 2013

Até amanhã, incongruentes


Os mesmos que odeiam e não se calam sobre Salazar, por ter sido um ditador – não "ditador", que coisa, mas fascista –, veneram Cunhal que amava a ditadura comunista soviética e tinha o sonho de ser ditador em Portugal. Até amanhã hipócritas, até amanhã incongruentes.



9 de novembro de 2013

Os donos do país


Se dúvidas houvesse sobre a pressão alta que certa equipa faz sobre os distraídos, desunidos e marambistas deste país, ela esfuma-se na patética protecção que a dita faz daquilo que assume como seu. A Constituição foi orquestrada para um regime que não admite mudanças, alterações, actualizações sem o consentimento de certa equipa que se acha dona vitalícia do país. As "esquerdas" unidas arrotam e fazem a festa porque se julgam donas da Constituição e donos do pensamento corretinho que todos temos de cantar. Eu não respeito a ditadura da intransigência que uma centena de indivíduos teima em manter perante uma sociedade que se transforma, se move e se altera de forma tão rápida e, cada vez mais, sem medo de ir à discussão.

8 de novembro de 2013

Assim está bem!


Desde que lícito, ético e feito com suor e com inteligência, nada tenho contra as fortunas, nada tenho contra os ricos – ui!, esses faxistas – nada tenho contra a ambição alheia. Já não suporto a inveja, a maldicência, o ódio primário que só vê a superfície, que viola o carácter dos outros movendo-se na mesquinhez e no ressabiamento. Sempre reclamei contra a criminalidade financeira, por uma maior fiscalidade ante a fuga aos impostos, por uma maior equidade e justiça na cobrança (saque) dos mesmos. Em 23 anos de trabalho, metade (estou a ser optimista) do que ganhei foi para o "Estado" e ao longo dos anos cansei-me de ouvir "paga e não bufes".  Para os que ambicionavam passar o tempo a beber umas cervejas na esplanada, assim está bem! Sabendo que os actuais, elevadíssimos, impostos são a ressaca da festa ideológica sado-socialista eu só posso tecer críticas aos que nela votaram e a quem espera o regresso do despesismo autista para mais uma dose do "é tudo nosso". Para esses o "Estado" que se desenrasque a pagar as conquistas – feitas por decreto – mesmo que já nada tenha e "os ricos que paguem a crise"... Assim está bem!

5 de novembro de 2013

Um atraso


Sou irredutível com os horários marcados e apenas por duas vezes, em vinte anos, cheguei atrasado a uma reunião de trabalho. Tive sorte, dizem-me. Talvez. Já me aconteceu chegar uma hora antes do combinado por suspeitar de excesso de trânsito. Prefiro assim. Mesmo que aflito de afazeres um encontro merece nota especial na minha agenda e nunca me senti dono do tempo de outrém. Prefiro abdicar do meu tempo. Uma ida do Vice-Primeiro Ministro a uma recepção em Macau pode ter muitos contratempos mas é para precaver essas situações que existem quilos de secretárias(os) nos Ministérios, telemóveis (para avisar se chega cedo se vai para tarde), saídas e chegadas "VIP", polícias de trânsito, ruas vedadas. Paulo Portas atrasou-se e, Diplomáticamente, não há desculpas. A única, e legítima, seria um motivo de saúde. Não adianta funcionar à maneira Portuguesa. À nossa maneira, a culpa não existe e é sempre dos outros, do vento, das coisas, dos problemas. É assim com os atrasos, com a economia, com o trabalho, com as amizades. De tantas desculpas não é novidade que, por cultura ruim, desculpemos os erros dos políticos. É um atraso.

O Natal do Socialismo é em Novembro e estende-se até Outubro



No país onde o fato de treino é o traje oficial da presidência, o Natal vai ser decretado em Novembro para que os cânticos tornem as pessoas "mais felizes" e o consumo pró-capitalista, afinal, afinal, dê outro ânimo à economia deste país em permanente maratona para os amanhãs que cantam. Não sei de que tipo de "Natal" fala o camarada mas presumo que seja mais uma estratégia da bondade socialista. Grande amigo de Portugal, e dos computadores Magalhães, o Presidente já pediu "autorização" para governar sem o parlamento, nesse acto revolucionário que irá fazer aparecer Bolivar, Chávez, Che, Mao, Estaline, Pol Pot, aos magotes, em escavações, espelhos domésticos, caricas de cerveja ou no fundo das panelas. Talvez apareça por lá Sócrates, o zé! Talvez apareça por lá o Pai Natal.

4 de novembro de 2013

Nossas Pátrias


A Pátria Portuguesa  perfilha outras Pátrias.

A eito


Após o atentado criminoso que vitimou 2 jovens, que se encontravam à porta de um edifício pertencente a um partido de extrema-direita, Grego, espera-se que a polícia encontre a escumalha assassína e a puna com a severidade física e sociológica que merece. Caso se prove que foram cometidos por "adeptos" da extrema-esquerda, que se proíbam os movimentos simpatizados pelos "intelectuais" helénicos, os partidos extremistas de esquerda e se retirem os subsídios de estado. E assim, de eito a eito, pode ser que se comecem a julgar os actos criminosos para além balas e se renove a Grécia da partidocracia que dominou o país nos últimos 40 anos, com responsabilidades acrescidas das duas décadas "de sonho" do PASOK.